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| Foto: A MAI |
A MAI – Mulheres Artesãs Indígenas divulgou uma nota pública manifestando profundo repúdio diante de um caso de violência envolvendo Marina Mayuruna, apontada como vítima, e Raimundo Kulina, citado como agressor. No posicionamento, o coletivo condena de forma veemente toda e qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres, destacando que esse tipo de prática compromete não apenas a integridade física, mas também a dignidade, a segurança e os direitos fundamentais das vítimas.
A organização ressalta ainda que episódios dessa natureza não podem ser normalizados, ignorados ou silenciados, reforçando a necessidade de enfrentamento firme por parte da sociedade e das autoridades competentes. Em solidariedade à vítima, a entidade reconhece a gravidade da situação e afirma que nenhuma mulher deve ser submetida a qualquer tipo de agressão, independentemente das circunstâncias.
O coletivo também enfatiza a importância de garantir acolhimento adequado, apoio e a adoção de medidas responsáveis diante de casos de violência, destacando que o suporte às vítimas é fundamental para o enfrentamento desse tipo de crime. Além disso, a MAI reafirma seu compromisso com a proteção, valorização e respeito às mulheres indígenas, defendendo a construção de um ambiente mais seguro, justo e digno para todas.
Por fim, a organização cobra que o caso seja devidamente apurado e que a justiça seja feita, reforçando a necessidade de responsabilização diante da gravidade dos fatos. A nota encerra com uma mensagem clara de posicionamento contra a violência, ressaltando que esse tipo de prática não pode ser justificado nem silenciado.
Texto reprodução A MAI


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